Histórico
 01/05/2007 a 31/05/2007
 01/04/2007 a 30/04/2007
 01/03/2007 a 31/03/2007
 01/02/2007 a 28/02/2007
 01/01/2007 a 31/01/2007
 01/12/2006 a 31/12/2006
 01/11/2006 a 30/11/2006
 01/10/2006 a 31/10/2006
 01/09/2006 a 30/09/2006
 01/08/2006 a 31/08/2006
 01/07/2006 a 31/07/2006
 01/06/2006 a 30/06/2006
 01/05/2006 a 31/05/2006
 01/04/2006 a 30/04/2006
 01/03/2006 a 31/03/2006
 01/02/2006 a 28/02/2006
 01/01/2006 a 31/01/2006
 01/12/2005 a 31/12/2005


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 Verbena Lilás
 O pau da baladeira
 Menina Canora
 Ociodocio do Leo
 A arte da resignação
 A Hora sem Hora
 O Alimento Sempre Cala [Andréa]
 Explosão de Sutileza
 Um Prato de Flores
 Soro da Baladeira
 Violeta Febril de Tardezinha
 Silvia do Drama
 Os Inúteros
 Viagens Alternativas do Yupe
 Letras e Rascunhos
 Felippe Ramos
 Cancioneiro sem Rima
 Luto na Lata do Simas
 Lata nova vela a Velha
 Pura ou temperada?
 A casa de Borracha
 Paranóia do Manel
 Espírito Olímpico
 Prosa Cachaça e Poesia Parati
 O Teatro Mágico
 Flog da TRUPY
 Nocte Cellariu
 Elizeu Cardoso
 Vergonha dos Pés
 Blog do Kikiko
 Ueeen - Bon Vivant
 Dueto de Um
 Birita S.A.
 Sol Noturno
 Voluntate (Thais Lopes)
 Moto Perpetuo
 Devaneios com Sucrilhos
 Manuscritos Poéticos
 Água Dormida do Augusto
 Silêncio escrito por Buchecha
 Uma Dose de Nigrinhagem
 Eu e as reticências... [Arnaldo]
 Sopa de Abobrinha
 Ofelia no Banheiro
 Espaço Poesia


 
Uma parte que não tinha...


meu nada
mudo
mundano
de nada
me vale
domada
me calo
não valho
por tudo
de que
me paga
aviso:
findo
o fato.

 

 

hoje, 11 de maio de 2007. procurando outros lados. comigo. ou sem.



Escrito por Suka às 09h46
[] [envie esta mensagem]



Sem mais palavras, me calo
e não nego os sinais que desaparecem.
No fim da noite, então, me apego.
No teu ouvido, seria doce o sossego,
sem as badaladas dos sinos que entorpecem
e que recolhem da canção assustada
a chuva na madrugada suave,
em que o orvalho abraça de leve tua pétala,
onde tua melodia grave fala no barulho da água.


[o amor renasceria ali, acalentado pela chuva
vivo na madrugada
mas preferiu não despertar de um sono antigo]


Com mais ruídos, exalo
e agora sim, sonego o que te assegura.
Sai o dia, corro sem minhas pernas,
Vou antes que fique tarde, logo cedo...
E sobe a balada na catedral mais próxima,
vibra a sinfonia triste do fim, agora mais próximo,
cantam os rumores do que virá a acabar.
Já não tardaria a gelada angústia engolida
a desabar pelas ruas solenemente.


[o amor jazeria ali, sem sol e sem chuva
num dia nublado
mas escolheu partir, ainda que sonhando...]

 


para duas moças... ou três?



Escrito por Suka às 09h39
[] [envie esta mensagem]



"E de repente o telefone toca e é você
Do outro lado me ligando, devolvendo a minha insônia
Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega
Que pousou na tua sopa
Me perdoa daquela expressão pré-fabricada
De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona
Me perdoa
A vida é doce
Me perdoa
A vida é doce..."

 

[A vida é doce - Lobão]



Escrito por Suka às 02h32
[] [envie esta mensagem]



Um corpo infantil olha diretamente ao céu.
Nublado.

Fantasiava os prazeres de lá.
Mas havia um abismo.
Impuro e insatisfeito.
Uma pausa.

Cansa-lhe a espera de algo que não acontece.
Entre o abismo e o crepúsculo, nada lhe faz despertar.
Nada há que se salve.
Nada há que se guarde.
Nada.

Intimamente reconhece a essência da realidade. 
A vista até que é boa.
Uma chance.

O perfume é áspero.
Alto, distante e indiferente.
O tempo é o mesmo.

E tudo se apaga.
Nem tudo se acaba.

E quanto a mim?
Só corro.

Socorro!



Escrito por Suka às 15h09
[] [envie esta mensagem]



Um canarinho passou bem ali embaixo
E a canorinha ficou bem aqui do meu lado

- dois vôos presentes e perfeitos!

Presente divino.

(Dois, na verdade)

 

 

pelo teu dia, que se aproxima

^^



Escrito por Suka às 17h22
[] [envie esta mensagem]



POEMA SEM COR

a doce voz de Teu caminhar noturno
renasce com todo o encanto
(a quem me dedica essa cor)

a vida se alaga em palavras coloridas
(a calmaria desce em Teu sorriso protegido)

e embora caia a chuva
Tu ainda estás aqui
(acalmaria agora falar de Ti)

todas as tonalidades agora servem
se meu recanto servir em Ti como um descanso

(num bloco sem pautas
errei o tom sobre a alegria)



Escrito por Suka às 10h30
[] [envie esta mensagem]



só o silêncio me bastaria
agora
chega dessa zoada toda
agora
essa agonia podia passar
agora
embaixo da escada escondo
agora
vou voltar de onde vim
agora
terminar seria bom
depois

 

 

 

(...)



Escrito por Suka às 10h58
[] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]