Escrito por Suka às 09h46
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Sem mais palavras, me calo
e não nego os sinais que desaparecem.
No fim da noite, então, me apego.
No teu ouvido, seria doce o sossego,
sem as badaladas dos sinos que entorpecem
e que recolhem da canção assustada
a chuva na madrugada suave,
em que o orvalho abraça de leve tua pétala,
onde tua melodia grave fala no barulho da água.
[o amor renasceria ali, acalentado pela chuva
vivo na madrugada
mas preferiu não despertar de um sono antigo]
Com mais ruídos, exalo
e agora sim, sonego o que te assegura.
Sai o dia, corro sem minhas pernas,
Vou antes que fique tarde, logo cedo...
E sobe a balada na catedral mais próxima,
vibra a sinfonia triste do fim, agora mais próximo,
cantam os rumores do que virá a acabar.
Já não tardaria a gelada angústia engolida
a desabar pelas ruas solenemente.
[o amor jazeria ali, sem sol e sem chuva
num dia nublado
mas escolheu partir, ainda que sonhando...]
para duas moças... ou três?
Escrito por Suka às 09h39
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"E de repente o telefone toca e é você
Do outro lado me ligando, devolvendo a minha insônia
Minhas bobagens, pra me lembrar que eu fui a coisa mais brega
Que pousou na tua sopa
Me perdoa daquela expressão pré-fabricada
De tédio, tão canastrona que nunca funcionou nem funciona
Me perdoa
A vida é doce
Me perdoa
A vida é doce..."
[A vida é doce - Lobão]
Escrito por Suka às 02h32
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